Gaia (Adoa Coelho)

Gaia é a personificação do antigo poder matriarcal das antigas culturas Indo-Européias. É a Grande Mãe que dá e tira, que nutre e depois devora os próprios filhos após sua morte. É a força elementar que dá sustento e possibilita a ordem do mundo. Nos mitos gregos, os conflitos entre Gaia e as divindades masculinas representam a ascensão do poder patriarcal e da sociedade grega sobre os povos pré-existentes.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Evergreen




by Yoann Lemoine

domingo, 29 de maio de 2011

Replay


Nuclear não, obrigada!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Momo de Michael Ende



Um livro que conta histórias. 
A história do tempo do tempo dos homens.

"Time will come to an end some day, but not until people don't need it any longer"

sábado, 21 de maio de 2011

Os Vilões na Ficção



Os personagens que mais ajudam numa história são os vilões. Sem eles, como poderiam o heróis florescer?
Quanto maior o vilão, mais o herói tem de dar de si e mais o autor tem de se conhecer.
É também assim que um autor se aprende, se escreve, se humaniza e desmistifica enquanto Eu.

Eu gosto de vilões ousados e excêntricos, mas fascina-me esta indecisão do Professor Snape. Ele não é tão mau como quer parecer. Ele quer que o Harry pague pelo que o pai dele lhe fez. É o mais real dos vilões. Um fraco que, por força, quer destruir o filho daquele que mais o magoou na vida - acha ele.

Não repara que ao perpetuar essa mágoa só ele sofre. Ele não sabe como se libertar dessa dor e provoca mais sofrimento a ele próprio. Se calhar é por isso que gosto dele.

No seguinte Link, está uma lista de alguns dos vilões mais expressivos da literatura. Não concordo com todos. Qual seria a minha lista?
hum...

http://www.linternaute.com/livre/magazine/les-pires-mechants-de-la-litterature/?f_id_newsletter=5015&utm_source=benchmail&utm_medium=ML125&utm_campaign=E10198587&f_u=12955472

terça-feira, 17 de maio de 2011

Ó mar, ó vida!


Deixa mergulhar nas tuas ondas,
Deixa-me ser tua.


Só mais hoje.

domingo, 15 de maio de 2011

. final

No princípio era o fim e tudo se tornou no que era antes de ser.
Foi o caos. A luz terminou com o riso da infância e abriu o Inferno das almas. Desci ao meu cais subaquático. A podridão precisava da sua rega diária.

Conheci o amor. Ou seria a MORTE. São tão parecidos... O que é 1 ou o que é a outra e onde estou eu. 3 linhas convergentes num único ponto, final por sinal. E sempre o Fim de Tudo.
O fora e o dentro não são partes do mesmo ser nem do mesmo corpo. O Tao perdeu-se algures no infinito do seu começo e término. Acabei também. Fui embora já há muito tempo. Ninguém deu por nada. Às vezes tenho a impressão de que só eu tenho conhecimento disso. Só eu procuro por mim.

Ponto final.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Red Ocean