Gaia (Adoa Coelho)

Gaia é a personificação do antigo poder matriarcal das antigas culturas Indo-Européias. É a Grande Mãe que dá e tira, que nutre e depois devora os próprios filhos após sua morte. É a força elementar que dá sustento e possibilita a ordem do mundo. Nos mitos gregos, os conflitos entre Gaia e as divindades masculinas representam a ascensão do poder patriarcal e da sociedade grega sobre os povos pré-existentes.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Convite



Se estiverem por perto, é em Zurique...

quarta-feira, 28 de março de 2012

How To Structure A Successful Story

Não é propósito deste blogue ter muitos artigos sobre escrita, mas é sempre bom saber onde se pode encontrar blogues e páginas que nos ajudem a melhorar a escrita. Neste sentido, deixo aqui outro LINK




Ainda não tive tempo para ver tudo. Achei engraçado ao facto do autor do blogue ir buscar imagens equivalentes em filmes e depois mostrar que o mesmo acontece com as histórias e estruturas de certos (muitos) filmes.

Quando estava na faculdade a estudar pintura, tive aulas de antropologia cultural onde visionamos alguns filmes. Estudamos a estrutura deles e deparamos com semelhanças tipo fotocópia! Basicamente, os filmes "O Feiticeiro de Oz" e o primeiro da saga antiga da "Guerra das Estrelas" foram feitos com papel químico!
A juntar-se a estes, há muitos mais! 

Como trabalho para a cadeira, peguei na ópera "Flauta Mágica" do Mozart e a estrutura continuava a repetir-se!

Isto tão-pouco significa que sejam maus filmes ou más histórias, apenas significa que funcionam simplesmente porque é assim que o ser humano funciona.

Para leitura complementar, recomendo

- The Hero with a Thousand Faces - Joseph Campbel
- The Hero's Journey - Joseph Campbel

segunda-feira, 26 de março de 2012

Apresentações em Zurique



Se este fim-de-semana (31 de Março a 1 de Abril) estiveres em Zurique, vem às várias apresentações que vão acontecer!

sábado, 24 de março de 2012

Feira do livro de Leipzig.


Faz agora uma semana que andei nesta feira. Há diferenças enorme entre a feira de Leipzig e a de Frankfurt.
De qual gosto mais? É difícil responder. Esta é mais humana, diria.

A feira de Frankfurt é um local de negócios onde se fala de transacções de livros. As pessoas vão lá para fazer negócio. Acontece haver também apresentações de livros e eventos muito bons, mas é essencialmente uma feira de negócios.

Leipzig tem a particularidade de envolver mais as pessoas, ser mais descontraída. E porquê? Ora, porque é uma feira aberta totalmente ao público, de venda directa ao público. Este pormenor faz toda a diferença. É uma feira pequena se compararmos com a de Frankfurt e os seus... são quantos pavilhões? Uns quantos. Nesta eram só quatro...
Os países representados tinham delegações genéricas e juntavam-se num único pavilhão. Esta feira não é para este tipo de contactos, é para contactar editoras alemãs e editoras de revistas Manga. eheheheh

Como se fazem estes contactos?
Convém sabermos de algumas coisas em antemão.

1º - Que tipo de livro escrevemos. Fantasia, romance, romance histórico, ficção-científica...
2º - Para que público está endereçado - ter uma faixa etária o melhor definida possível, se ... possível!
3º - Como visualizamos o livro que escrevemos - é um livro com muitas imagens? Que tipo de capa queremos...

Quando nos aproximamos de um stand conseguimos perceber como trabalha a editora e que qualidade impõe nos livros que edita. É algo que se vê facilmente pela amostra que têm.

4º - Se decidirmos falar com uma editora, é bom que saibamos como falar com ela. Será que as pessoas à frente são muito formais ou mais relaxadas? Qual a melhor aproximação?
5º - Como apresentar o nosso manuscrito? Há sempre pontos que podemos focar mais que outros. Que poderá levar aquela determinada editora a ler o nosso manuscrito? Que tem a nossa história que vai funcionar como uma mais-valia para essa editora?
6º - Já temos um livro editado? Muito melhor! Há que levar o(s) livro(s) que já editamos. Assim também eles poderão ver como trabalhamos e que há editoras que acreditam no nosso trabalho. Devo dizer que neste campo, não é muito bom ter um livro de edição própria. Isso conta como zero para eles.

Falando da minha experiência, digamos que falar do meu livro enquanto promessa e agora quando já pude apresentar um exemplar, fez diferença. Se calhar não muita - afinal de contas, a história continua a ser a mesma! Mas algumas coisas mudaram. A minha experiência e auto-confiança aumentaram. Estes factores contribuíram para conseguir falar sem gaguejar, com mais propriedade. E depois, tinha um livro onde me podia apoiar, tornou-se muito mais fácil. Se não me ocorresse mais sobre o que falar, podia sempre folhear o livro e ganhar tempo ou relembrar algum ponto que poderia estar a esquecer...

O nosso nome também pode fazer diferença. Digamos que há nomes que chamam a atenção e outros que são mortiços... Sempre que dou o meu nome a alguém, aqui na Alemanha, as pessoas ficam admiradas. Não é que o meu nome seja fantástico! Adoro o "Adoa", mas a questão não passa por aqui! É o "Coelho" que chama a atenção.

Quando lêem o meu nome, as pessoas fazem logo a ligação ao escritor Paulo Coelho e perguntam-me se sou familiar dele. Obviamente que esta questão pode dar para os dois lados! Eu acabo por me rir e utilizar isso a meu favor, até como uma forma de quebrar o gelo que possa haver naquele momento. Digamos que tudo o que possa ajudar um editor a lembrar-se da nossa conversa é bem-vindo.

Não aconselho, agora, toda a gente mudar de nome... Há muita gente em Portugal e no Brasil com este sobrenome, ele apenas sobressai no exterior.

Mas há sempre maneira de conseguirmos ficar na memória dos editores. Aquela que aconselho é através de uma história bem desenvolvida e entusiasmante. Deite fora os clichés. Seja original. Procure aprender tudo o que possa. Leia, cultive-se, escreva. Comece com histórias pequenas. Dê a ler a pessoas amigas, coloque num blogue seu. Veja a reacção das pessoas. São os leitores que dizem se o que escrevemos os toca e como podemos melhorar. Não tenha medo de se expor. Não é com máscaras que se decifra os segredos do universo. Exponha-se.

Acredite em si – é o mais importante e difícil em todo este processo, acredite!



quarta-feira, 21 de março de 2012

How To Start A Book – The Writing Process

Não acredito em fórmulas mágicas.
Cada livro é um caso e devemos seguir o que a história pede.
Os personagens ganham sempre vida própria e nunca poderemos forçá-los a nada sob a pena de termos uma história sem nexo.



Têm aqui mais um LINK sobre escrita que vos poderá ser útil. Usem, não sejam usados...

terça-feira, 20 de março de 2012

Winning the Battle of Book Discovery



Este é um tema que interessa a muitos de nós que escrevemos...
Está aqui o LINK.



Mais um artigo que pode ajudar jovens autores.
Sigam o LINK.